QUESTÕES DE IDENTIDADE E MEMÓRIA EM INSUBMISSAS LÁGRIMAS DE MULHERES, DE CONCEIÇÃO EVARISTO

Enlaces

Endereço:
Avenida Araújo Pinho - 39 - Canela
Salvador / BA
40110-150
Site: https://publicacoes.ifba.edu.br/index.php/enlaces
Telefone: (71) 3221-0330
ISSN: 2675-9810
Editor Chefe: Valter Dias
Início Publicação: 31/12/2020
Periodicidade: Anual
Área de Estudo: Linguística, Letras e Artes, Área de Estudo: Letras, Área de Estudo: Linguística

QUESTÕES DE IDENTIDADE E MEMÓRIA EM INSUBMISSAS LÁGRIMAS DE MULHERES, DE CONCEIÇÃO EVARISTO

Ano: 2021 | Volume: 2 | Número: Não se aplica
Autores: Tassiane Santos
Autor Correspondente: Tassiane Santos | [email protected]

Palavras-chave: Identidade, Memória, Literatura brasileira feminina, Conceição Evaristo

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

Este trabalho visa apresentar as questões envolvendo identidade e memória por meio das narrativas escritas por mulheres negras. Para tanto, utilizaremos os contos Natalina Soledad e Maria do Rosário Imaculada dos Santos, pertencentes à coletânea intitulada Insubmissas Lágrimas de Mulheres, da autora Conceição Evaristo. A autora cunhou o termo “Escrevivência” para, assim, narrar as histórias que podem ser reconhecidas pelas mulheres negras como sendo as suas próprias. Nem sempre na literatura brasileira as personagens negras possuíam uma individualidade e muito menos uma identidade própria, sendo representadas apenas por estereótipos. Nos dois contos discutiremos sobre os processos que levaram à construção da identidade das duas personagens.



Resumo Inglês:

This work aims to present issues concerning identity and memory through narratives written by Black women. For this purpose, we will use the tales Natalina Soledad and Maria do Rosário Imaculada dos Santos, that belong to a collection entitled Insubmissas Lágrimas de Mulheres, by author Conceição Evaristo. This author coined the term “Escrevivência” in order to narrate stories that Black women can recognize as their own. In Brazilian literature, Black female characters did not always have individuality, much less their own identity, seeing as they were represented only by stereotypes. In both stories we will discuss the processes that led to the construction of these two characters’ identities.