Abre a cortina do passado: limites da construção midiática do nacional na performance de Carmen Miranda

Revista Culturas Midiáticas

Endereço:
Jardim Universitário - Castelo Branco
João Pessoa / PB
58051-900
Site: https://periodicos.ufpb.br/ojs2/index.php/cm/index
Telefone: (81) 8856-8988
ISSN: 1983-5930
Editor Chefe: Dra. Isabella Chianca Bessa Ribeiro do Valle
Início Publicação: 12/08/2008
Periodicidade: Semestral
Área de Estudo: Ciência da informação, Área de Estudo: Comunicação, Área de Estudo: Artes

Abre a cortina do passado: limites da construção midiática do nacional na performance de Carmen Miranda

Ano: 2013 | Volume: 6 | Número: 1
Autores: DINIZ, Anna Carolina Paiva, SOARES, Thiago
Autor Correspondente: DINIZ, Anna Carolina Paiva | [email protected]

Palavras-chave: cinema, identidade, erotismo, carmen miranda

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

O artigo discute como as noções de erotismo, cordialidade e jeitinho/malandragem são basilares na cristalização da imagem de Carmen Miranda como síntese identitária do Brasil no âmbito internacional, sobretudo, a partir da indústria do cinema. A reverberação dos discursos acerca dos “tipos brasileiros” que começaram a ser construídos nas décadas de 1930 e 1940 durante o período em que se estabeleceu a “Política de Boa Vizinhança” entre países latinos e os Estados Unidos pautam as questões debatidas. Autores como Gilberto Freyre (1998), Sérgio Buarque de Holanda (1995) e Roberto DaMatta (1987; 1997 e 2004)são convocados para tratar desta gênese de uma síntese imagética em torno de Carmen Moranda.



Resumo Inglês:

 

The article discusses how notions aseroticism, warmth and “jeitinho”/ trickery are basisin the crystallization of Carmen Miranda’s image asidentity andsynthesis of Brazil abroad, above, in film industry. The reverberation of "brazilian types" that were discursivelybuilt in the 1930s and 1940s -during the period ofthe "Good Neighbor Policy" between Latin American countries and the United States-guided the issues discussed. Authors as Gilberto Freyre (1998), Sérgio Buarque de Holanda (1995) and Roberto Da Matta (1987, 1997, 2004) are presented in our debate