Personalidades há que, pela relevância e pelo fulgor de sua ação no meio em que viveram, permanecem sempre redivivas no culto e na saudade que os póstepros não se cansam de tributar aos seus nomes e aos seus méritos. Ao número cada vez mais restrito desses entes privilegiados, como bem observou Altino Arantes (1), pertence sem dúvida Afonso d'E scragnolle Taunay, falecido na Capital paulista em 20 de março de 1958, pouco antes de completar seus 82 de idade.