Acena-se para o fato de que a agressividade tem aumentado além dos padrões da normalidade nessa sociedade competitiva e sem regras. A escola emerge como centro de vazão da emoção e consequentemente de tensões, conflitos e agressões. Na realidade escolar atual, destaca-se a inclusão, e consequentemente a agressividade, visto que esta característica pode aflorar em alunos deficientes. Pessoas de reflexão dissertam sobre o tema, mostrando como a família, diversos programas de TV, bem como um grau de agressividade inato a nós humanos, podem dificultar o processo ensino-aprendizagem e de integração da criança. Em relação a profissionais que mediam a inclusão, pode notar que as capacitações que deveriam ocorrer na tentativa de preparar e motivar o profissional para esta nova investida que é a educação inclusiva não acontece com frequência, fazendo com que muitas vezes o educador não saiba como proceder. O olhar pode estar paralisado, cego, pode ser fatalista ou pessimista. O sucesso não está em livros e manuais, não se tem resposta definida, é um campo vasto de pesquisa, mas é relevante pensar que a vitória é o caminho percorrido e próprio senso de realização dos otimistas, e não o sentimento de derrota dos pessimistas. Sorrisos e olhares são importantes na tentativa de diminuir agressividade e integrar o aluno, aprendendo assim a socializar-se com o meio em sua volta, estabelecendo junto com a linguagem verbal o início da troca. Portanto acredita-se que é possível uma educação mútua da escola, professores e família, a fim de que, unidos, possam enfrentar os desafios de uma escola inclusiva e que posteriormente a agressividade seja redirecionada para a edificação de uma educação inclusiva de qualidade, ou seja, eficaz. Na tentativa de formar futuros cidadãos que conheçam seus direitos e deveres, não permitindo que suas diferenças o constranjam, sejam ignoradas, mas respeitadas.