ARQUITETURA REGENERATIVA COMO AGENTE DE TRANSFORMAÇÃO: UM NOVO MODELO PARA SUPERAR OS LIMITES DA SUSTENTABILIDADE

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ISSN: 18086136
Editor Chefe: Arthur Zanuti Franklin
Início Publicação: 30/06/2011
Periodicidade: Quadrimestral
Área de Estudo: Ciências Agrárias, Área de Estudo: Ciências Biológicas, Área de Estudo: Ciências da Saúde, Área de Estudo: Ciências Exatas, Área de Estudo: Ciências Humanas, Área de Estudo: Ciências Sociais Aplicadas, Área de Estudo: Engenharias, Área de Estudo: Linguística, Letras e Artes, Área de Estudo: Multidisciplinar

ARQUITETURA REGENERATIVA COMO AGENTE DE TRANSFORMAÇÃO: UM NOVO MODELO PARA SUPERAR OS LIMITES DA SUSTENTABILIDADE

Ano: 2025 | Volume: 23 | Número: 5
Autores: Sãmela Mendes Cunha, Amanda Santos Vargas
Autor Correspondente: Sãmela Mendes Cunha | [email protected]

Palavras-chave: Biofilia, Pensamento Sistêmico, Design ecológico, Processos Restaurativos, Co-design

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

Diante dos eventos climáticos extremos que o planeta tem enfrentado por conta de mudanças repentinas e drásticas, observa-se uma crescente preocupação dos órgãos responsáveis com o meio ambiente, por meio de discussões recentes que buscam elaborar planos de ação para garantir, de forma saudável, o futuro do planeta. Esta pesquisa busca elucidar os conceitos de arquitetura sustentável e arquitetura regenerativa e demonstrar como a segunda premissa pode ser aplicada com foco em se integrar ao ecossistema por meios regenerativos. A metodologia adotada fundamenta-se inicialmente em uma revisão bibliográfica que aborda a revisão conceitual dos termos e a evolução da arquitetura sustentável à arquitetura regenerativa além de um estudo de caso demonstrando sua aplicabilidade. Diante do exposto, fica clara a relação de evolução e complementariedade entre os conceitos propondo uma reflexão crítica sobre o papel do arquiteto como agente transformador e facilitador de processos vivos, que pode, e deve, atuar como agente restaurador daquilo que, um dia, suas próprias construções ajudaram a degradar, destacando a urgência da capacitação profissional para adoção da prática da arquitetura à luz das demandas ambientais contemporâneas.