Este artigo tem como objetivo analisar a importância dos brinquedos e das brincadeiras na Educação Infantil, destacando seu papel no desenvolvimento cognitivo, social, afetivo e cultural das crianças. Fundamentado em autores clássicos, como Piaget (1971), Vygotsky (1991) e Wallon (1975), e em pesquisadores contemporâneos, como Kishimoto (2002) e Brougère (2010), o estudo busca compreender como o brincar se constitui como direito da infância e como eixo estruturante das práticas pedagógicas. Os documentos oficiais, a exemplo do Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil (RCNEI, 1998) e da Base Nacional Comum Curricular (BNCC, 2017), são analisados de forma a evidenciar a centralidade da ludicidade no processo educativo. A pesquisa tem abordagem qualitativa, de caráter bibliográfico, e aponta que brinquedos e brincadeiras não devem ser reduzidos ao entretenimento, mas compreendidos como instrumentos pedagógicos essenciais, que favorecem a aprendizagem significativa, a criatividade e a formação integral da criança.