A busca pela descarbonização do setor energético exige a integração de sistemas de conversão limpos e estratégias eficientes de gerenciamento. Este trabalho apresenta um sistema híbrido composto por uma célula a combustível e uma bateria, com foco na suavização de carga. A abordagem proposta utiliza um fator de participação α para realizar a alocação dinâmica de potência, visando suprir a variação da demanda líquida residual sobre uma geração de base constante que atende à carga média. Foram analisados três cenários de capacidade de armazenamento: 0,1, 0,5 e 0,9 p.u., onde a estratégia foi validada via busca inspirada em algoritmos de otimização por satisfatibilidade. Os resultados demonstram que, enquanto em baixas capacidades a bateria atua apenas na suavização de rampa, a elevação para 0,9 p.u. permite que a bateria assuma 56% da variabilidade da carga.