CAPACIDADE PULMONAR E FORÇA MUSCULAR RESPIRATÓRIA EM CRIANÇAS OBESAS

Saúde E Pesquisa

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ISSN: 19831870
Editor Chefe: Sonia Maria Bertolini
Início Publicação: 31/05/2008
Periodicidade: Quadrimestral
Área de Estudo: Saúde coletiva

CAPACIDADE PULMONAR E FORÇA MUSCULAR RESPIRATÓRIA EM CRIANÇAS OBESAS

Ano: 2011 | Volume: 4 | Número: 2
Autores: L. C. C. Koseki, S. M. M. G. Bertolini
Autor Correspondente: L. C. C. Koseki | [email protected]

Palavras-chave: broncoespirometria, espirometria, obesidade

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

Este estudo teve como objetivo verificar a influência da obesidade infantil na capacidade pulmonar e na força da musculatura respiratória. Foram avaliadas 162 crianças de ambos os gêneros, estudantes de 2 escolas da rede pública da cidade de Maringá - Paraná, com faixa etária entre 8 e 11 anos, sendo 85 do gênero masculino e 77 do gênero feminino. Para coleta de dados, além da ficha de avaliação foram utilizados um espirômetro e um manovacuômetro. Verificou-se que 63,46% das crianças obesas possuíam capacidade funcional pulmonar normal. Já as crianças não obesas e com a capacidade funcional normal representaram 57,27% da amostra. A pressão inspiratória máxima com valores normais em crianças obesas teve um percentual de 71,15%, já em crianças não obesas o percentual encontrado foi de 63,46%. Os valores de normalidade da pressão expiratória máxima em crianças obesas foram de 63,46%, e para as crianças não obesas a pressão expiratória máxima foi normal em 58,18%. A análise estatística não revelou correlação entre os parâmetros de função pulmonar e as medidas antropométricas indicando que a obesidade infantil moderada não interfere na capacidade funcional ventilatória, bem como na força da musculatura respiratória.



Resumo Inglês:

The influence of children’s obesity on lung capacity and on respiratory muscle strength is provided. One hundred and sixty-two children, 85 males and 77 females, aged between 8 and 11 years old, from two government schools in Maringá PR Brazil, were evaluated. Evaluation card, spirometer and manometer were used for data collection. Results show that 63.46% of obese children had normal lung capacity, whereas non-obese children with normal functional capacity were 57.27% of the sample. Maximum inspiration pressure with normal values in obese children reached 71.15%, whereas in non-obese children it amounted to 63.46%. Normal rates of maximum expiration pressure in obese children reached 63.46% whereas in non-obese children it was normal in 58.18%. Since statistical analysis failed to demonstrate any correlation between lung function parameters and anthropometric measures, moderate children obesity doesn’t interfere in aerate functional capacity and in breathing muscular capacity.