Introdução:Os profissionais de saúde precisam fornecer tratamentos seguros e eficazes e a Prática Baseada em Evidências (PBE) é uma alternativa para a atuação com maior responsabilidade e assertividade. Apesar das vantagens proporcionadas por esse método, seu uso é incipiente entre profissionais de saúde no Brasil. Objetivo:Avaliar o conhecimento de profissionais de saúde da atenção básica sobre a PBE e identificar as principais barreiras que impedem sua adoção. Metodologia:Foram convidados para a pesquisa profissionais de saúde que atuam em Unidades Básicas de Saúde (UBS) de um município de Minas Gerais. O conhecimento acerca da PBE foi avaliado pelo questionário QECPBE-20 e as principais barreiras foram avaliadas por formulário estruturado. A estatística foi descritiva e o teste de Shapiro-Wilk foi utilizado para avaliar a distribuição das variáveis contínuas. Resultados:Onze profissionais participaram do estudo. No QECPBE, os profissionais obtiveram um score de 3,89±1,79 nas “Práticas do dia a dia” e 4,23±1,35 em “Conhecimentos, Competências e habilidades”. No domínio “Atitudes”, a mediana dos escores foi de 6,00 (5,00-7,00).Conclusão:As barreiras mais indicadas pelos profissionais foram a falta de tempo (72,7%), dificuldade em analisar a qualidade metodológica (54,5%) e ler em línguas estrangeiras (45,5%). Além disso, conhecem o modelo, têm atitudes positivas acerca da PBE, mas possuem competências medianas e pouco a utilizam no dia a dia.
Introduction: Health professionals need to provide safe and effective treatments and Evidence-Based Practice (EBP) is an alternative to acting with greater responsibility and assertiveness. Despite the advantages provided by this method, its use is incipient among health professionals in Brazil. Objective:The aim of the study is to assess the knowledge of primary care health professionals about EBP and identify the main barriers that prevent its adoption. Methodology:Health professionals who work in Basic Health Units (UBS) in a municipality in Minas Gerais were invited to the research. Knowledge about EBP was assessed using the QECPBE-20 questionnaire and the main barriers were assessed using a structuredform. The statistics were descriptive, and the Shapiro-Wilk test was used to assess the distribution of continuous variables. Results: Eleven professionals participated in the study. In the QECPBE, professionals obtained a score of 3.89±1.79 in “Day-to-day practices” and 4.23±1.35 in “Knowledge, Skills and Abilities”. In the “Attitudes” domain, the median score was 6.00 (5.00-7.00). Conclusion:The barriers most indicated by professionals were lack of time (72.7%), difficulty in analyzing methodological quality (54.5%) and reading in foreign languages (45.5%). In addition, they know the model, have positive attitudes about EBP, but have average skills and little use it daily.
Introducción: Los profesionales de la salud necesitan brindar tratamientos seguros y efectivos y la Práctica Basada en la Evidencia (PBE) es una alternativa para actuar con mayor responsabilidad y asertividad. A pesar de las ventajas proporcionadas por este método, su uso es incipiente entre los profesionales de la salud en Brasil. Objetivo:El proposito de esta investigacion es evaluar el conocimiento de los profesionales de salud de atención primaria sobre la PBE e identificar las principales barreras que impiden su adopción. Metodología:Fueron invitados a la investigación profesionales dela salud que actúan en Unidades Básicas de Salud (UBS) de un municipio de Minas Gerais. El conocimiento sobre PBE se evaluó mediante el cuestionario QECPBE-20 y las principales barreras se evaluaron mediante un formulario estructurado. La estadística fue descriptiva y se utilizó la prueba de Shapiro-Wilk para evaluar la distribución de las variables continuas. Resultados:Once profesionales participaron del estudio. En el QECPBE, los profesionales obtuvieron puntuación de 3,89±1,79 en “Prácticas del día a día” y de 4,23±1,35 en “Conocimientos, Habilidades y Habilidades”. En el dominio “Actitudes”, la mediana de la puntuación fue de 6,00 (5,00-7,00). Conclusión:Las barreras más señaladas por los profesionales fueron la falta de tiempo (72,7%), la dificultadpara analizar la calidad metodológica (54,5%) y la lectura en lenguas extranjeras (45,5%).. Además, conocen el modelo, tienen actitudes positivas sobre la PBE, pero tienen habilidades medias y poco lo utilizan en el día a día.