CORPOGRAFIAS DO CORPO FEMININO: ENTRE RELAÇÕES DE PODER, EDUCAÇÃO FÍSICA E PERSPECTIVAS DECOLONIAIS

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ISSN: 2595-5934
Editor Chefe: Profº Dr. André Ribeiro da Silva
Início Publicação: 27/08/2018
Periodicidade: Mensal
Área de Estudo: Ciências Agrárias, Área de Estudo: Ciências Biológicas, Área de Estudo: Ciências da Saúde, Área de Estudo: Ciências Exatas, Área de Estudo: Ciências Humanas, Área de Estudo: Ciências Sociais Aplicadas, Área de Estudo: Engenharias, Área de Estudo: Linguística, Letras e Artes, Área de Estudo: Multidisciplinar

CORPOGRAFIAS DO CORPO FEMININO: ENTRE RELAÇÕES DE PODER, EDUCAÇÃO FÍSICA E PERSPECTIVAS DECOLONIAIS

Ano: 2026 | Volume: 93 | Número: 93
Autores: NASCIMENTO. Pedro Henrique Magalhães
Autor Correspondente: NASCIMENTO. Pedro Henrique Magalhães | [email protected]

Palavras-chave: corpografia, corpo feminino, educação física, decolonialidade. poder

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

Este artigo busca compreender o conceito de corpografia como expressão das experiências históricas e sociais do corpo feminino, articulando-o às relações de poder e aos espaços produzidos por essas dinâmicas. A análise considera o corpo como território simbólico e político, atravessado por normas de gênero, cultura e colonialidade. A Educação Física é abordada enquanto campo de disputa de narrativas sobre o corpo, destacando a necessidade de práticas pedagógicas decoloniais que reconheçam saberes corporais plurais. O estudo, de natureza qualitativa e caráter teórico-analítico, baseia-se em autores como Michel Foucault, Judith Butler, Leda Maria Martins, Sueli Carneiro, Carmen Soares, Silvana Goellner, Marcos Garcia Neira e Suely Rolnik. Os resultados apontam que as corpografias femininas resistem e reconfiguram espaços de dominação, inscrevendo novas formas de existir e de ensinar o corpo.