CRÍTICA DA MORAL DEONTOLÓGICA NO JOVEM HEGEL

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ISSN: 2176-9389
Editor Chefe: Luiz Carlos Sureki
Início Publicação: 31/12/1973
Periodicidade: Quadrimestral
Área de Estudo: Filosofia

CRÍTICA DA MORAL DEONTOLÓGICA NO JOVEM HEGEL

Ano: 2008 | Volume: 35 | Número: 113
Autores: Erick C. de Lima
Autor Correspondente: [email protected] | [email protected]

Palavras-chave: Amor, moral, cristianismo, idealismo, reflexão.

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

A freqüência com que a crítica hegeliana ao suposto formalismo da ética kantiana tem retornado em diversas ramificações da discussão éticopolítica contemporânea, em especial a partir da década de 1970, cria um ensejo oportuno para um reexame da primeira tentativa de Hegel de “superar” a filosofia prática de Kant: o programa arquitetado em Frankfurt, baseado no conceito de amor e que, graças a este embasamento, realça o sentido “comunitário” da Aufhebung do ponto de vista moral na “eticidade”. Pretende-se aqui, primeiramente, resgatar aspectos gerais da relação entre as investigações do jovem Hegel e a crítica ao idealismo kantiano-fichteano. Em seguida, partido do arcabouço geral da interpretação hegeliana do cristianismo, a intenção é interpretar a crítica da moral deontológica a partir do conceito de amor em Geist des Christentums.



Resumo Inglês:

With the profound renewal of political philosophy that happened since the 1970s, the objection of “empty formalism” directed by Hegel against Kant’s moral theory has been returning to the contemporary philosophical debate over the moral foundations of the political community. This fact raises interest in Hegel’s first attempt to overcome Kant’s practical philosophy: the project of a radical critique of deontological ethics that he planned in Frankfurt and was based on the concept of love, whose inherently intersubjective character underlines the social significance of what Hegel later conceived as the Aufhebung of the moral point of view in ethical life. Firstly, this paper aims to outline Hegel’s early critique of the Kantian-Fichtean idealism in the light of his historical philosophical investigations in Tübingen, Bern and Frankfurt. The second part is an attempt to reexamine the relationship between Hegel’s conception of love and his critique of deontological morality, as it is presented in Geist des Christentums.