DA QUADRA ESCOLAR AO PARALELEPÍPEDO: UMA PESQUISA NARRATIVA SOBRE O ENSINO DA PLANIFICAÇÃO DE SÓLIDOS GEOMÉTRICOS NO 3º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL

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ISSN: 2595-5934
Editor Chefe: Profº Dr. André Ribeiro da Silva
Início Publicação: 27/08/2018
Periodicidade: Mensal
Área de Estudo: Ciências Agrárias, Área de Estudo: Ciências Biológicas, Área de Estudo: Ciências da Saúde, Área de Estudo: Ciências Exatas, Área de Estudo: Ciências Humanas, Área de Estudo: Ciências Sociais Aplicadas, Área de Estudo: Engenharias, Área de Estudo: Linguística, Letras e Artes, Área de Estudo: Multidisciplinar

DA QUADRA ESCOLAR AO PARALELEPÍPEDO: UMA PESQUISA NARRATIVA SOBRE O ENSINO DA PLANIFICAÇÃO DE SÓLIDOS GEOMÉTRICOS NO 3º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL

Ano: 2026 | Volume: 99 | Número: 99
Autores: NASCIMENTO. Pedro Henrique Magalhães do
Autor Correspondente: NASCIMENTO. Pedro Henrique Magalhães do | [email protected]

Palavras-chave: ensino de geometria, planificação de sólidos geométricos, anos iniciais do ensino fundamental, mediação pedagógica, pesquisa narrativa

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

Este artigo apresenta uma pesquisa narrativa que analisa o desenvolvimento de uma proposta pedagógica voltada ao ensino da planificação de sólidos geométricos, especificamente o paralelepípedo, com estudantes do 3º ano do Ensino Fundamental. A sequência didática foi fundamentada na contextualização do conteúdo geométrico a partir da quadra esportiva escolar, buscando aproximar o conhecimento matemático do cotidiano dos alunos. A investigação possui abordagem qualitativa, caracterizando-se como pesquisa narrativa, com produção de dados por meio de observação participante, rodas de conversa, produções gráficas e tridimensionais e registros fotográficos. Os resultados indicam avanços na compreensão da relação entre figuras planas e sólidos geométricos, bem como no reconhecimento de faces, arestas e vértices, evidenciando o papel central da mediação docente e da aprendizagem significativa no ensino de Geometria nos anos iniciais. Neste viés conclui-se que propostas contextualizadas e mediadas favorecem a visualização espacial e a construção de sentidos matemáticos, além de reforçarem o potencial da pesquisa narrativa como abordagem investigativa em Educação Matemática.