Diagnóstico de trematódeos da família Diplostomidae em peixes: revisão dos métodos laboratoriais

Revista OWL (OWL Journal)

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ISSN: 2965-2634
Editor Chefe: Avaetê de Lunetta e Rodrigues Guerra
Início Publicação: 03/04/2023
Periodicidade: Trimestral
Área de Estudo: Multidisciplinar

Diagnóstico de trematódeos da família Diplostomidae em peixes: revisão dos métodos laboratoriais

Ano: 2026 | Volume: 4 | Número: 5
Autores: Acácio Costa Silva, Ana Luísa Marcolino, Dariely de Carvalho Monte Amaral, Eki Tôrres de Araújo Veras, Eraldo da Costa Amaral, Francisco Sylvestre Miranda Melo, Francisco Elionardo Melo Gomes, Maria de Fátima Gomes Pereira, Maria do Desterro Machado, Nathália Borges de Almeida Angelim, Neirigelson Ferreira de Barros Leite, Rayane Leite Sousa
Autor Correspondente: Acácio Costa Silva | [email protected]

Palavras-chave: Diplostomidae, peixes, técnicas laboratoriais, trematódeos

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

Introdução: Os trematódeos da família Diplostomidae constituem importantes parasitos de peixes, associados a alterações sanitárias, produtivas e ecológicas em ambientes naturais e sistemas aquícolas. O diagnóstico adequado dessas infecções é essencial para o manejo sanitário e para a compreensão epidemiológica do grupo. Referencial Teórico: A revisão evidenciou que os Diplostomidae apresentam ciclo biológico complexo, interação parasito-hospedeiro relevante e impactos diretos sobre a saúde dos peixes, especialmente em tecidos oculares, comprometendo desempenho e susceptibilidade a predadores. Metodologia: Trata-se de estudo bibliográfico, qualitativo, descritivo e exploratório, conduzido por meio de Revisão Integrativa da Literatura, com buscas realizadas nas bases PubMed, BVS-Vet, SciELO e ScienceDirect, utilizando descritores em português, inglês e espanhol, no recorte temporal de 2015 a 2025. Resultados e Discussão: Os estudos analisados demonstraram que métodos convencionais, como inspeção clínica, microscopia e avaliação morfológica, permanecem amplamente utilizados pela praticidade e menor custo, porém apresentam limitações diagnósticas. Em contrapartida, técnicas complementares, como histopatologia, PCR, qPCR, sequenciamento gênico e métodos imunológicos, ampliam a sensibilidade, especificidade e precisão taxonômica. Tecnologias emergentes, como biossensores e inteligência artificial, mostraram potencial promissor para aplicação futura. Conclusão: Conclui-se que a integração entre metodologias tradicionais e técnicas laboratoriais avançadas representa a estratégia mais eficiente para o diagnóstico dos Diplostomidae, sendo necessária a ampliação de estudos voltados à padronização de protocolos e redução dos custos operacionais.