AS DIVERSAS FACES DA VIOLÊNCIA OBSTÉTRICA NO ÂMBITO HOSPITALAR

Revista Brasileira Interdisciplinar de Saúde - ReBIS

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ISSN: 2596-3007
Editor Chefe: Elisângela de Andrade Aoyama
Início Publicação: 09/03/2019
Periodicidade: Irregular
Área de Estudo: Ciências Biológicas, Área de Estudo: Ciências da Saúde, Área de Estudo: Multidisciplinar

AS DIVERSAS FACES DA VIOLÊNCIA OBSTÉTRICA NO ÂMBITO HOSPITALAR

Ano: 2019 | Volume: 1 | Número: 3
Autores: Amanda de Almeida Luz, Leilane de Aguiar Sousa Silva, Elisângela de Andrade Aoyama, Ludmila Rocha Lemos
Autor Correspondente: E. A. Aoyama | [email protected]

Palavras-chave: parto humanizado, violação à mulher, violência obstétrica

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

A violência obstétrica é um fenômeno que vem acontecendo há algumas décadas na América Latina. Esta violência é cometida contra a mulher grávida e sua família em instituições de saúde, no momento do atendimento, pré-natal, ao parto, puerpério e aborto. Um dos agravantes a essas gestantes é a falta de informação e o medo de buscar detalhes do processo que irá passar junto a equipe de saúde, sabendo essas mulheres que existem leis que amparam o seu direito. A humanização em todas as práticas afasta a tão chamada violência obstétrica, elas se encontram vulneráveis e tão sensíveis necessitando de um atendimento personalizado e que não viole o seu direito. A legislação tem vários pontos cruciais que amparam a mulher. O Ministério público aboliu o termo e até o presente momento afirma ser inadequado para uso, encontra se em discussão com todas as classes da saúde. Tem-se por objetivo geral descrever as particularidades da violência obstétrica no âmbito hospitalar. Foi realizada uma revisão bibliográfica incluindo artigos, referentes a revistas e livros referentes ao tema. Considerando partos realizados no Sistema Único de Saúde (SUS) o percentual de partos normais permanece maior 59,8% contra 40,2 % de cesarianas, estabilização do índice, ficou em torno de 35,5%. Pode-se concluir que é prevalente esse tipo de violência e é necessário implantar boas práticas para se obter uma assistência humanizada, personalizada e sempre praticando de forma empática o desenvolver da assistência.



Resumo Inglês:

Obstetric violence is a phenomenon that has been happening for some decades in Latin America. This violence is committed against pregnant women and their families in health institutions at the time of care, prenatal care, childbirth, postpartum and abortion. One of the aggravating factors for these pregnant women is the lack of information and the fear of seeking details of the process that will go with the health team, knowing these women that there are laws that support their right. Humanization in all practices removes so-called obstetric violence, they are vulnerable and so sensitive needing a personalized service that does not violate their right. The legislation has several crucial points that support women. The prosecution has abolished the term and claims to be unsuitable for use, is under discussion with all classes of health. The general objective is to describe the particularities of obstetric violence in hospitals. A literature review was performed including articles, related to magazines and books related to the theme. Considering deliveries performed in the Unified Health System (SUS) the percentage of normal deliveries remains higher 59.8% against 40.2% of cesarean sections, stabilization of the index, was around 35.5%. It can be concluded that this type of violence is prevalent, and it is necessary to implement good practices to obtain humanized care, personalized and always practicing empathetically the development of care.