Os praticantes de wicca são em sua maioria mulheres e se designam como bruxa(o)s. Através de entrevistas observou-se uma trajetória religiosa que se inicia no âmbito da religião da família de origem, perpassa religiões estabelecidas no país, como a umbanda e o espiritismo kardecista, até desaguar no universo Nova Era. Ao se identificarem como bruxas, as entrevistadas redesenham seu passado de forma a resgatar eventos nos quais o poder da bruxa é posto em evidência. Algumas identificam este poder em parentas, dando maior legitimidade à “nova” identidade, embora se diga ser bruxa “desde sempre”.
The practitioners of Wicca are mostly women and are designated as a witch (o) s. Through interviews we found a religious journey that begins within the family religion of origin permeates established religions in the country, such as Umbanda and Kardecism until emptying into the New Age universe By identifying themselves as witches, the interviewees redesign their past in order to recover events in which the power of the witch is highlighted. Some identify this power in relatives, giving greater legitimacy to the "new" identity, although it is said to be a witch "forever".