Durante muito tempo o termo educação especial foi utilizado com protagonismo nas escolas. Nesse contexto, nosso objetivo ao propor esta investigação, foi analisar como os profissionais que atuam nas escolas estaduais de Pernambuco compreendem os conceitos de educação inclusiva e especial. Como fundamentação, apoiamo-nos nos estudos de Kassar, Mendes, Mantoan, Pletsch, Fidalgo, etc. Metodologicamente optamos pela pesquisa qualitativa e, para tal, entrevistamos 15 pessoas que atuam como gestores, professores de AEE, de Língua Portuguesa e profissionais de apoio escolar. Os dados foram analisados com base na análise de conteúdo de Bardin. Os resultados indicaram que ainda é muito frágil o entendimento desses participantes sobre a temática, o que ratifica a necessidade de uma formação inicial e/ou continuada mais robusta para quem atua na escola, para que talvez, essa instituição tenha condições de acolher com mais qualidade os estudantes que dela necessitem, possibilitando acesso, permanência, participação e aprendizagem para todos(as).