El Parto Planificado en Domicilio (PPD) como práctica de cuidadanía: relevamiento cuali-cuantitativo de experiencias en Argentina (2000-2018)

Cadernos de Gênero e Diversidade

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ISSN: 25256904
Editor Chefe: Felipe Bruno Martins Fernandes
Início Publicação: 31/12/2015
Periodicidade: Trimestral
Área de Estudo: Ciências Humanas, Área de Estudo: Antropologia, Área de Estudo: Sociologia, Área de Estudo: Multidisciplinar, Área de Estudo: Multidisciplinar

El Parto Planificado en Domicilio (PPD) como práctica de cuidadanía: relevamiento cuali-cuantitativo de experiencias en Argentina (2000-2018)

Ano: 2019 | Volume: 5 | Número: Especial
Autores: L. R. Greco, A. G. E. Böschemeier, M. Abbatizzti, V. Osorio, R.Ricco, F. Saraceno
Autor Correspondente: L. R. Greco | [email protected]

Palavras-chave: cuidados, violência obstétrica, Argentina, ciudadania, parto planificado em domicílio

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

O presente texto discute, a partir de uma perspectiva quali-quantitativa, o modelo de PPD (Parto Planificado em Domicílio) como prática de cuidadaníana Argentina, apresentando-o como um modelo social, político e jurídico passível de ser construído a partir de práticas de cuidado, nesse caso, aquelas relativas aos processos reprodutivos femininos. A análise quantitativa se baseia em um relevamento sobre nascimentos realizados na modalidade PPD na Argentina entre os anos 2000 e 2018. A análise qualitativa se sustenta com o trabajo interpretativo das narrativas de duas mulheres, também co-autoras deste texto, observando as particularidades de seus partos e a construção de suas subjetividades no marco desses processos. Em primeiro lugar, destaca-se que nos casos de PPD estudados predomina a construção vincular de uma lógica de “cuidados”, sendo pouco significativo o índice registrado de práticas de violência obstétrica. Em segundo lugar, indagamos nas limitações e potencialidades do modelo PPD no contexto de uma cuidadania inclusiva, colocando a necessidade de instrumentalizar alternativas para estabelecer um diálogo assíduo com o modelo hospitalar, médico hegemônico e oficial. Finalmente, argumentamos que o PPD sob estudo se apresenta como uma alternativa desejável, segura e significativa desde a perspectiva das mulheres que o têm escolhido.