ELU, ILE, ILU E EL

Cadernos de Gênero e Diversidade

Endereço:
Universidade Federal da Bahia | Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas | Grupo de Estudos Feministas em Política e Educação - Estrada de São Lázaro, 197 - Federação
Salvador / BA
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Site: https://portalseer.ufba.br/index.php/cadgendiv/index
Telefone: (71) 98482-6446
ISSN: 25256904
Editor Chefe: Felipe Bruno Martins Fernandes
Início Publicação: 31/12/2015
Periodicidade: Trimestral
Área de Estudo: Ciências Humanas, Área de Estudo: Antropologia, Área de Estudo: Sociologia, Área de Estudo: Multidisciplinar, Área de Estudo: Multidisciplinar

ELU, ILE, ILU E EL

Ano: 2024 | Volume: 10 | Número: 2
Autores: K. L. Forneck, L. L. Kunzler
Autor Correspondente: K. L. Forneck | [email protected]

Palavras-chave: Linguagem não binária, Linguagem Inclusiva, Gênero neutro

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

A temática da representatividade da comunidade LGBTQIAPN+ é pauta de diferentes contextos de debate na contemporaneidade. Inclusive em relação a expressar diferentes identidades por meio da língua, questionando as construções binárias presentes no sistema. Movimentos de inserção de marcas não binárias na língua têm tomado força, em especial nas redes sociais. Levando em consideração o alcance e a influência de obras audiovisuais, este artigo apresenta um estudo para investigar como a linguagem não binária é utilizada na terceira temporada da série da Netflix, Sex Education, em três formatos, no idioma original (inglês) em contraste com a versão legendada e a dublada em português. Para tanto, foi realizado um estudo teórico e posteriormente, uma análise comparativa das ocorrências. Observou-se que, mesmo em uma plataforma que se propõe a tratar de temas considerados polêmicos, a linguagem não binária ainda é um tema desafiador. Reforça-se, portanto, a importância de pesquisas sobre o sistema linguístico e sua relação com a linguagem não binária. Discutir esse tema é um dos passos para melhor compreendê-lo em uma tentativa de inclusão de todas as identidades, assim como ter o direito de escolher como expressar sua identidade por meio da língua, é um direito que deve ser defendido.