A partir de estudo sobre plataformas interativas multicódigos, lançamos a ideia de que estaríamos frente a uma inédita preocupação com a cidadania e a consequente construção de estratégias relativas a essas atividades em ambientes imersivos digitais. Daí, este trabalho procura verificar, a partir da análise de três grupos ativistas constituídos no Second Life, se de fato, estaria surgindo tal sentimento de cidadania dentro do metaverso e se já existe uma organização efetiva para repensar as condições deste ambiente virtual como espaço colaborativo.