EQUILÍBRIO DINÂMICO DE ATLETAS DE VOLEIBOL FEMININO UNIVERSITÁRIO E NÃO ATLETAS: ESTUDO COMPARATIVO

Arquivos de Ciências da Saúde da Unipar

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ISSN: 1982-114X
Editor Chefe: Nelton Anderson Bespalez Corrêa
Início Publicação: 31/01/1997
Periodicidade: Quadrimestral
Área de Estudo: Ciências da Saúde

EQUILÍBRIO DINÂMICO DE ATLETAS DE VOLEIBOL FEMININO UNIVERSITÁRIO E NÃO ATLETAS: ESTUDO COMPARATIVO

Ano: 2026 | Volume: 30 | Número: 2
Autores: Isabella Maria de Jesus Cesarino, Beatriz Helena Ernesto de Souza Silva, Amanda Gomes Lima, Josevan Cerqueira Leal, João Paulo Chieregato Matheus, Patrícia Azevedo Garcia, Osmair Gomes de Macedo
Autor Correspondente: Osmair Gomes de Macedo | [email protected]

Palavras-chave: Avaliação Funcional, Equilíbrio, Lesões, Sedentarismo, Voleibol, Balance, Functional assessment, Injury, Sedentariness, Volleyball, Equilibrio, Evaluación funcional, Lesiones, Sedentarismo, Voleibol

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

Objetivo: Avaliar o equilíbrio dinâmico de atletas de voleibol universitário em comparação com mulheres sedentárias. Métodos: A amostra total foi constituída por 24 participantes, com idades entre 18 e 35 anos, distribuídas em dois grupos: 12 atletas de voleibol feminino universitário e 12 mulheres classificadas como sedentárias, conforme o Questionário Internacional de Atividade Física (IPAQ). Para a avaliação do equilíbrio dinâmico, foram selecionados o Y-Balance Test (YBT) e o Side Hop Test (Teste de salto lateral). Os dados foram analisados no Statistical Package for Social Sciences (SPSS) versão 20.0 e o nível de significância adotado foi de 5%. Resultados: As atletas de voleibol feminino universitário apresentaram médias de alcance significativamente maiores para o membro inferior não dominante na direção anterior (p=0,018) e nas direções posteromedial (p=0,009) e posterolateral (p=0,017) com o membro inferior dominante, quando comparadas às mulheres sedentárias. Para as demais variáveis, não foram observadas diferenças estatisticamente significativas. Não houve diferenças significativas entre os valores de alcance do membro inferior dominante em relação ao não dominante em nenhuma das variáveis testadas. Ambos os grupos apresentaram valores de score composto inferiores ao determinado pela literatura. Conclusão: Conclui-se que atletas de voleibol feminino universitário apresentam maiores valores de média de alcance para a direção anterior com o membro não dominante e para as direções posteromedial e posterolateral com o membro dominante, sugerindo que a prática regular do voleibol contribui para a função do equilíbrio.



Resumo Inglês:

Objective: To evaluate the dynamic balance of university female volleyball athletes compared to sedentary women. Methods: The total sample consisted of 24 participants, aged between 18 and 35 years, divided into two groups: 12 university female volleyball athletes and 12 women classified as sedentary, according to the International Physical Activity Questionnaire (IPAQ). To assess dynamic balance, the Y-Balance Test (YBT) and the Side Hop Test were selected. The data were analyzed using the Statistical Package for Social Sciences (SPSS) version 20.0, and a significance level of 5% was adopted. Results: The university female volleyball athletes showed significantly greater reach values for the non-dominant lower limb in the anterior direction (p=0.018) and in the posteromedial (p=0.009) and posterolateral (p=0.017) directions with the dominant lower limb, compared to sedentary women. No statistically significant differences were observed for the other variables. There were no significant differences between the reach values of the dominant and non-dominant lower limbs for any of the tested variables. Both groups had composite scores lower than those determined by the literature. Conclusion: It is concluded that university female volleyball athletes have higher average reach values in the anterior direction with the non-dominant lower limb and in the posteromedial and posterolateral directions with the dominant lower limb, suggesting that regular volleyball practice contributes to balance function.



Resumo Espanhol:

Objetivo: Evaluar el equilibrio dinámico de los atletas de voleibol universitario en comparación con mujeres sedentarias. Métodos: La muestra total estuvo compuesta por 24 participantes, con edades comprendidas entre los 18 y los 35 años, distribuidos en dos grupos: 12 atletas universitarias de voleibol y 12 mujeres clasificadas como sedentarias, según el Cuestionario Internacional de Actividad Física (IPAQ). Para evaluar el equilibrio dinámico, se utilizaron la Prueba de Equilibrio Y (YBT) y la Prueba de Salto Lateral. Los datos se analizaron con el paquete estadístico para ciencias sociales (SPSS) versión 20.0 y el nivel de significación adoptado fue del 5%. Resultados: Las jugadoras universitarias de voleibol mostraron valores medios de alcance significativamente mayores para la extremidad inferior no dominante en la dirección anterior (p = 0,018) y en las direcciones posteromedial (p = 0,009) y posterolateral (p = 0,017) con la extremidad inferior dominante, en comparación con las mujeres sedentarias. Para las demás variables, no se observaron diferencias estadísticamente significativas. No se observaron diferencias significativas entre los valores de alcance de la extremidad inferior dominante en relación con la no dominante en ninguna de las variables evaluadas. Ambos grupos presentaron valores de puntuación compuesta inferiores a los determinados en la literatura. Conclusión: Se concluye que las atletas universitarias de voleibol femenino presentan valores de rango medio más altos para la dirección anterior con la extremidad no dominante y para las direcciones posteromedial y posterolateral con la extremidad dominante, lo que sugiere que la práctica regular de voleibol contribuye a la función del equilibrio.