ESTRESSE POR ALUMÍNIO NO CRESCIMENTO DE MUDAS DE CULTIVARES DE CAFÉ ARÁBICA

Pensar Acadêmico

Endereço:
Avenida Getúlio Vargas - Coqueiro
Manhuaçu / MG
36900-350
Site: https://unifacig.edu.br/servicos/publicacoes/
Telefone: (33) 3339-5500
ISSN: 18086136
Editor Chefe: Arthur Zanuti Franklin
Início Publicação: 30/06/2011
Periodicidade: Quadrimestral
Área de Estudo: Ciências Agrárias, Área de Estudo: Ciências Biológicas, Área de Estudo: Ciências da Saúde, Área de Estudo: Ciências Exatas, Área de Estudo: Ciências Humanas, Área de Estudo: Ciências Sociais Aplicadas, Área de Estudo: Engenharias, Área de Estudo: Linguística, Letras e Artes, Área de Estudo: Multidisciplinar

ESTRESSE POR ALUMÍNIO NO CRESCIMENTO DE MUDAS DE CULTIVARES DE CAFÉ ARÁBICA

Ano: 2025 | Volume: 23 | Número: 5
Autores: Samuel Ferreira Ribeiro, Gustavo de Freitas Mafort, Tafarel Victor Colodetti, Wagner Nunes Rodrigues
Autor Correspondente: Samuel Ferreira Ribeiro | [email protected]

Palavras-chave: Acidez, Biomassa, Coffea arabica, Fertilidade do solo

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

O presente trabalho foi desenvolvido com o objetivo de avaliar o crescimento de mudas de cultivares de café arábica submetidas a condições de diferentes concentrações de alumínio no solo. O ensaio experimental seguiu esquema fatorial 7×3, testando sete cultivares de café arábica e três níveis de concentração de alumínio (0,0; 0,5 e 1,0 cmolc/dm3), em delineamento inteiramente casualizado, empregando-se três repetições. As plantas jovens foram avaliadas aos 90 dias após o estabelecimento dos tratamentos, com quantificação de parâmetros de crescimento e acúmulo de biomassa. Os resultados demonstraram a existência de diferenças significativas entre cultivares de café arábica quanto à resposta à presença e à concentração de alumínio no solo. Foi possível identificar diferentes níveis de sensibilidade e quantificar perdas para diferentes parâmetros de crescimento no desenvolvimento inicial das mudas. A cultivar Guará se destacou positivamente, apresentando crescimento superior para a maioria das variáveis avaliadas, mesmo sob condições de estresse por alumino. Entretanto, é importante ressaltar que, embora Guará tenha apresentado maior resiliência, ainda assim sofreu perdas significativas. Catucaí Amarelo 20/15 cv 479, Catucaí Vermelho 785/15 e Paraíso MG H 419-1 se apresentaram mais sensíveis ao efeito do alumínio, com perdas acentuadas no crescimento foliar e de caules. A interação genótipo × ambiente evidenciada neste estudo revela a complexidade das respostas das diferentes cultivares ao estresse por alumínio, reforçando a importância de estratégias integradas que envolvam tanto a escolha de genótipos mais tolerantes quanto o uso de práticas agronômicas adequadas à mitigação da acidez do solo, como a calagem.