ESTUDO DA QUALIDADE DE VIDA DE IDOSOS NÃO INSTITUCIONALIZADOS

Jornal de Ciências Biomédicas e Saúde

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ISSN: 2446-9661
Editor Chefe: George Kemil Abdalla
Início Publicação: 31/05/2015
Periodicidade: Quadrimestral
Área de Estudo: Ciências Biológicas, Área de Estudo: Ciências da Saúde, Área de Estudo: Educação física, Área de Estudo: Enfermagem, Área de Estudo: Farmácia, Área de Estudo: Fisioterapia e terapia ocupacional, Área de Estudo: Fonoaudiologia, Área de Estudo: Medicina, Área de Estudo: Nutrição, Área de Estudo: Odontologia, Área de Estudo: Saúde coletiva

ESTUDO DA QUALIDADE DE VIDA DE IDOSOS NÃO INSTITUCIONALIZADOS

Ano: 2015 | Volume: 1 | Número: 2
Autores: Sara Portela Reis, Gustavo Silva Abrahão, Renata Maciel Cortes, Eduardo Elias Vieira de Carvalho, Douglas Reis Abdalla, George Kemil Abdalla, Maria Beatriz Guimarâes Ferreira, Dayana Pousa Siqueira Abrahão
Autor Correspondente: D. P. S. Abrahão | [email protected]

Palavras-chave: Idoso, População idosa, Qualidade de vida.

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

Introdução: Perante a realidade inquestionável das mudanças demográficas iniciadas no último século, em que se observa uma população cada vez mais envelhecida é de comprovada importância a necessidade de garantir aos idosos não só uma sobrevida maior, mas também uma boa qualidade de vida. Objetivo: Avaliar a qualidade de vida de idosos não institucionalizados do município de Santa Juliana-MG, através do questionário de qualidade de vida para idosos proposto pela OMS. Métodos: Para avaliar a qualidade de vida dos idosos, foram aplicados dois questionários propostos pela OMS que são: um pré teste WHOQOL – BRREF e o WHOQOL – OLD. A amostra contou com 238 idosos, com idade igual ou maior que 60 anos. Resultados: A maioria dos entrevistados foram do sexo feminino, casados, 1º grau incompleto e aposentados. Na coleta de dados do WHOQOL-BREF, a média total dos quatro domínios foi de 65,93, sendo que o maior escore foi o social (68,78) e o menor o ambiental (52,77). Ainda no WHOQOL-BREF, foi analisado a percepção da qualidade de vida (69,94) e a satisfação com a saúde (61,92), sendo que a primeira sobressaiu com relação à segunda. Na análise do WHOQOL-OLD, a média total das seis facetas foi de 65,19, sendo que a faceta intimidade (77) sobressaiu dentre as demais e a menor faceta foi à participação social (58,10). Conclusão: O estudo demonstrou que a cidade é carente de políticas públicas voltadas para o convívio social, o que serve de alerta, para que no futuro próximo esta questão possa ser melhor trabalhada.