A exequibilidade da inserção de comunidades de prática nas cadeias produtivas amazônicas

Revista OWL (OWL Journal)

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ISSN: 2965-2634
Editor Chefe: Avaetê de Lunetta e Rodrigues Guerra
Início Publicação: 03/04/2023
Periodicidade: Trimestral
Área de Estudo: Multidisciplinar

A exequibilidade da inserção de comunidades de prática nas cadeias produtivas amazônicas

Ano: 2026 | Volume: 4 | Número: 5
Autores: José Renato Sátiro Santiago Junior, João Amato Neto
Autor Correspondente: José Renato Sátiro Santiago Junior | [email protected]

Palavras-chave: Comunidades de Prática, Bioeconomia, Cadeias Produtivas, Amazônia

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

A Amazônia possui uma extensão próxima a 7 milhões de km², o que representa quase 50% de todo o território brasileiro. Sua população é composta por ribeirinhos, agricultores familiares, indígenas, extrativistas, quilombolas e comunidades tradicionais, cujas famílias se sustentam economicamente por conta das atividades que desenvolvem junto às inúmeras cadeias produtivas que se espalham ao longo dessa grande área territorial. Acredita-se que o desenvolvimento da região amazônica passa necessariamente pela evolução de suas cadeias produtivas, o que potencialmente irá contribuir muito para a evolução da bioeconomia na região, conceito que consiste no uso de recursos biológicos e conhecimento científico e tradicional para a criação de produtos e serviços de forma sustentável. Cabe ressaltar também a importância da presença de muitos saberes e conhecimentos de povos originários e comunidades tradicionais que compõem estas cadeias. Diante disso e considerando os conceitos que fundamentam as comunidades de prática, desenvolvido inicialmente por Ettiene Wenger, o objetivo desse artigo é desenvolver uma revisão bibliográfica que permita fundamentar o quanto é exequível considerar a estruturação de comunidades de prática junto as cadeias produtivas presentes na região amazônica, visando potencializar o compartilhamento de conhecimentos e, por conseguinte, contribuir para o crescimento da bioeconomia na região.