Essa pesquisa é direcionada a compreender como as mulheres cristãs percebem a construção dos seus direitos, através do que as próprias religiosas têm a dizer a respeito. Para isso, foram utilizados documentos de páginas oficiais e sites de grupos ativistas, associações e organizações de mulheres cristãs ou com projetos voltados para essa comunidade, entre os anos de 2012 e 2019. Foi empregada a Análise de Discurso a qual percebe o discurso como prática social. As tendências gerais observadas em relação a formação discursiva das cristãs foram em oposição, por um lado, à comunidade de cristãos e as desigualdades de gênero perpetradas em nome de Deus e por outro, a comunidade maior e suas atitudes discriminatórias para com a religião.
This research is aimed at understanding how Christian women perceive the construction of their rights, through what themselves have to say about it. For this, documents were used from official pages and websites of activist groups, associations and organizations of Christian women or with projects aimed at this community, between the years 2012 and 2019. It was used the Discourse Analysis which perceives the speech as a social practice. The general trends observed regarding the discursive formation of Christians were in opposition, on the one hand, to the Christian community and the gender inequalities perpetrated in the name of God and, on the other, to the larger community and its discriminatory attitudes towards religion.
Esta investigación tiene como objetivo comprender cómo las mujeres cristianas perciben la construcción de sus derechos, a través de lo que las propias religiosas tienen que decir al respecto. Para ello, se utilizaron documentos de páginas oficiales y sitios web de grupos activistas, asociaciones y organizaciones de mujeres cristianas o con proyectos dirigidos a esta comunidad, entre los años 2012 y 2019. Se utilizó el Análisis del Discurso que percibe el discurso como una práctica social. Las tendencias generales observadas con respecto a la formación discursiva de las cristianas estaban en oposición, por un lado, a la comunidad cristiana y las desigualdades de género perpetradas en nombre de Dios y, por el otro, a la comunidad en general y sus actitudes discriminatorias hacia la religión.