A entrevista realizada com Sara é um convite a conhecer, não só uma história pessoal de luta por reconhecimento e resistências às transfobias, mas sobretudo para refletir sobre três questões de grande importância para as teorias feministas e queer no Brasil: a) o impacto epistêmico que a forte presença de intelectuais travestis e trans têm trazido à universidade brasileira na última década, b) a força dos movimentos LGBTQIA+ no brasil e por fim c) a importância das novas tecnologias no campo da educação, que é uma das principais contribuições de Sara York aos campos dos estudos feministas e queer no Brasil.