O presente artigo tem como objetivo analisar o processo histórico da formação de professores no Brasil, destacando suas transformações, permanências e desafios contemporâneos. A pesquisa revisita marcos legais, como as Leis nº 5.692/71 e nº 9.394/96, e discute o papel dos centros formadores, como os CEFAMs, na consolidação do magistério. A partir da contribuição de autores como Libâneo, Freire, Saviani, Tardif, Nóvoa e Imbernón, busca-se compreender como a docência vem sendo ressignificada diante das novas exigências sociais e pedagógicas, incluindo a valorização profissional e as demandas impostas pelas tecnologias digitais e pela BNCC. Por meio de análise bibliográfica, o estudo aponta a necessidade de investir em políticas públicas de formação inicial e continuada que valorizem o professor como sujeito reflexivo, crítico e comprometido com a transformação social.