A crescente demanda por uma educação inclusiva tem intensificado o debate em torno da formação de professores para o atendimento adequado de alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Considerando as especificidades desse público, torna-se urgente repensar as práticas formativas, tanto na formação inicial quanto na continuada, para que os docentes estejam preparados para atuar com competência, empatia e sensibilidade frente à diversidade presente nas salas de aula. O objetivo desse artigo é analisar os principais desafios e lacunas na formação de professores no que se refere ao atendimento educacional de estudantes com TEA, assim como apontar caminhos e possibilidades para a qualificação dessa prática.