O presente artigo visa analisar os comentários postados em vídeos do YouTube que trataram da relação Gênero e Saúde Mental. Pode-se constatar que os vídeos permitiram uma “ampliação da consciência”, principalmente das mulheres, quanto às formas de performar os papéis de gênero e perceber suas contradições afetivas, além de relativizar o ideal estético e legitimar a não escolha pela maternidade e matrimonio como âncoras identitárias. Para os homens foi mais evidente o alívio originado do reconhecimento de que é possível ser homem mesmo não se encaixando no molde da masculinidade hegemônica.