How Kan's response to empiricism uncovered the complex structure of human cognition: a phenomenological study of mental content

Kairós

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ISSN: 2357-9420/1807-5096
Editor Chefe: Dr. Renato Moreira de Abrantes
Início Publicação: 20/01/2004
Periodicidade: Semestral
Área de Estudo: Ciências Humanas, Área de Estudo: Antropologia, Área de Estudo: Ciência política, Área de Estudo: Educação, Área de Estudo: Filosofia, Área de Estudo: Psicologia, Área de Estudo: Sociologia, Área de Estudo: Teologia, Área de Estudo: Linguística, Letras e Artes, Área de Estudo: Multidisciplinar, Área de Estudo: Multidisciplinar

How Kan's response to empiricism uncovered the complex structure of human cognition: a phenomenological study of mental content

Ano: 2024 | Volume: 20 | Número: 1
Autores: L. Vollet
Autor Correspondente: L. Vollet | [email protected]

Palavras-chave: Fenomenologia, conteúdo mental, unidade sintética, conhecimento.

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

Restaurar o fundamento epistemológico da ciência natural através da identificação da unidade sintética das representações modais e contrafactuais – aquelas que presumem o carácter necessário das possibilidades restritivas do mundo empírico – foi o principal objectivo de Kant ao opor-se a Hume. Mas, para o fazer, teve de alterar significativamente a teoria empirista da capacidade cognitiva humana, de tal modo que a ideia de mente já não fosse capturada por uma definição estreita de psicologismo. Ele não apenas desenvolveu novas explicações para inferências sintéticas ou contentísticas (que mais tarde foram tecnicamente desenvolvidas por teorias lógicas intuicionistas não clássicas), mas também avançou a filosofia da mente em direção a uma representação idealizada de estruturas mentais, estendendo nosso conhecimento psicológico a teorias complexas sobre a correlação entre conceitos a priori e intuições. Delinearemos a trajetória de Kant nesse sentido na Crítica da Razão Pura, incluindo sua absorção pela fenomenologia de Husserl no século XIX, e ofereceremos conclusões sobre como essas teorias anteciparam soluções semânticas sobre o conteúdo da intencionalidade e do conteúdo mental.



Resumo Inglês:

Restoring the epistemological foundation of natural science through the identification of the synthetic unity of modal and counterfactual representations – those that presume the necessary character of the restricting possibilities of the empirical world – was Kant’s principal goal in opposing Hume. But in order to do so, he had to significantly alter the empiricist theory of human cognitive capacity such that the idea of mind was no longer captured by a narrow definition of psychologism. Not only did he develop new explanations for synthetic or contentistic inferences (which were later technically developed by nonclassical intuitionistic logical theories), but he also advanced the philosophy of mind toward an idealized representation of mental structures by extending our psychological knowledge to complex theories about the correlation between a priori concepts and intuitions. We will outline Kant’s trajectory in this regard in the Critique of Pure Reason, including his absorption by Husserl’s phenomenology in the nineteenth century, and offer conclusions regarding how these theories anticipated semantic solutions on the content of intentionality and mental content.