O presente artigo tem como objetivo verificar a importância da família na vida do idoso institucionalizado, bem como analisar a relação entre o contato familiar frequente, a qualidade de vida e o bem-estar subjetivo (BES). Busca-se compreender o processo de envelhecimento, o conceito de bem-estar subjetivo e de qualidade de vida, além de analisar como o idoso institucionalizado percebe sua condição, considerando o papel da família e sua responsabilidade frente à institucionalização. Trata-se de um estudo de revisão bibliográfica, estruturado a partir de artigos originais disponíveis em diferentes bases de dados. O estudo ressalta a relevância da Psicologia e da Gerontologia na promoção da saúde, do bem-estar e da qualidade de vida da população idosa, especialmente no contexto das Instituições de Longa Permanência para Idosos.