Este artigo tem como objetivo observar certas intersecções e compatibilizações envolvendo o catolicismo e aquilo que o Vaticano chamou em 1989 de “métodos orientais”, técnicas psicossomáticas “inspiradas no Hinduísmo e no Budismo”, tais como “o Zen, a Meditação Transcendental, ou o Yoga”, tendo em vista um caso empírico investigado etnograficamente no Brasil: a modalidade de Yoga Cristã criada pelo padre jesuíta Haroldo J. Rahm. Diante disso, uma questão que se impõe é compreender de que maneira se dão as compatibilizações implícitas no caso. Concluindo que ele pode ser interpretado como tradição inventada, capaz de criar continuidades entre tal método dito oriental e o cristianismo, especialmente de base católica. E, de responder ao exclusivismo cristão que condena e demoniza demais tradições religiosas e espirituais e ao cenário religioso contemporâneo marcado pela desregulação identitária e pela individualização religiosa.
Este artículo tiene como objetivo observar ciertas intersecciones y compatibilidades entre el catolicismo y lo que el Vaticano llamó en 1989 “métodos orientales”, técnicas psicosomáticas “inspiradas en el hinduismo y el budismo”, como el “Zen, la Meditación Trascendental o el Yoga”, considerando un enfoque empírico. caso investigado etnográficamente en Brasil: la modalidad de Yoga Cristiano creada por el sacerdote jesuita Haroldo J. Rahm. Ante esto, una pregunta que surge es entender cómo se produce la compatibilidad implícita en el caso. Concluyendo que puede interpretarse como una tradición inventada, capaz de crear continuidades entre tal método llamado oriental y el cristianismo, especialmente de base católica. Y, para responder al exclusivismo cristiano que condena y demoniza otras tradiciones religiosas y espirituales y el panorama religioso contemporáneo marcado por la desregulación identitaria y la individualización religiosa.