Ironias sertanejas: sobre os vazios e arbítrios de Bacurau

Cadernos de Gênero e Diversidade

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ISSN: 25256904
Editor Chefe: Felipe Bruno Martins Fernandes
Início Publicação: 31/12/2015
Periodicidade: Trimestral
Área de Estudo: Ciências Humanas, Área de Estudo: Antropologia, Área de Estudo: Sociologia, Área de Estudo: Multidisciplinar, Área de Estudo: Multidisciplinar

Ironias sertanejas: sobre os vazios e arbítrios de Bacurau

Ano: 2019 | Volume: 5 | Número: 3
Autores: T. C. da Silva
Autor Correspondente: T. C. da Silva | [email protected]

Palavras-chave: Bacurau, cultura, sertão.

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

O presente texto tenta apresentar uma resenha do multipremiado filme Bacurau (Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles) tomando como ponto de partida a apreciação negativa do referido filme feita pelo crítico de cinema Miguel Forlin (2019) no caderno Estado da Arte, do Estadão. Advirto antecipadamente, porém, que não se trata de uma mera defesa de Bacurauou refutação de Forlin, mas sim de um confronto (crítico) da crítica com seu objeto, no qual certas redundâncias talvez precisem se afirmar para recuperar aquilo que, no segundo, tenha escapado à primeira.