A JANELA DA ALMA: PERSPECTIVAS CRÍTICAS DO OLHAR CRIADOR EM DUAS NARRATIVAS DA CONTEMPORANEIDADE

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ISSN: 19838018
Editor Chefe: Rosana Rodrigues da Silva e Neusa Inês Philippsen
Início Publicação: 30/06/2008
Periodicidade: Semestral
Área de Estudo: Letras

A JANELA DA ALMA: PERSPECTIVAS CRÍTICAS DO OLHAR CRIADOR EM DUAS NARRATIVAS DA CONTEMPORANEIDADE

Ano: 2020 | Volume: 13 | Número: 31
Autores: A. J. A. Pinto, L. L. Santos.
Autor Correspondente: A. J. A. Pinto | [email protected]

Palavras-chave: função da literatura, representação, leitor, narrativa curta.

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

O presente artigo tem como finalidade observar o modo de representação e o conteúdo representado em “A última crônica”, de Fernando Sabino, e “Olhar”, de Rubem Fonseca, na perspectiva do olhar crítico que nelas se apresenta, o que possibilitaria a humanização do leitor, cumprindo um dos papéis ativos do ato de ler, e permitindo encontrar, por meio dos olhares das personagens desses textos, a concretude sobre a própria existência humana. Considerando que há olhares de bondade, de cumplicidade, de sedução, de maldade, de satisfação e tantos outros e ainda que esses olhares descritos estão vivos e latentes dentro de qualquer ser humano, busca-se, com o embasamento teórico de Candido (1972) (2011), Jauss (2003), Flory (1997) Eco (2013), entre outros, ratificar que, com a participação ativa do leitor na constituição dos significados, as críticas que conformam os textos e seu caráter estético ganham força nas narrativas.



Resumo Espanhol:

El propósito de este artículo es observar el modo de representación y el contenido representado en “La última crónica”, de Fernando Sabino, y “Olhar”, de Rubem Fonseca, en la perspectiva de la mirada crítica que se presenta en ellas, lo que permitiría la humanización del lector, cumpliendo uno de los roles activos del acto de leer, y haciendo posible encontrar, a través de los ojos de los personajes en estos textos, la concreción de la existencia humana misma. Teniendo en cuenta que hay miradas de amabilidad, complicidad, seducción, maldad, satisfacción y muchas otras, y, aunque estas miradas están vivas y latentes dentro de cualquier ser humano, buscamos, con la base teórica de Candido (1972) (2011), Jauss (2003), Flory (1997) Eco (2013), entre otros, ratificar que, con la participación activa del lector en la constitución de significados, las críticas que componen los textos y su carácter estético cobran fuerza en las dos narrativas.