O presente artigo tem como objetivo analisar as práticas de incentivo à leitura nos anos iniciais do ensino fundamental, destacando a importância da leitura e da escrita como instrumentos de formação cognitiva, social e cultural das crianças. Parte-se do entendimento de que o ato de ler ultrapassa a simples decodificação de símbolos, constituindo-se como prática social essencial para o desenvolvimento da criticidade e da autonomia dos alunos. A pesquisa fundamenta-se em autores como Magda Soares e Paulo Freire, que defendem uma abordagem significativa e contextualizada do processo de alfabetização e letramento. Nesse contexto, ressalta-se o papel do professor como mediador das experiências de leitura, responsável por criar ambientes estimulantes, diversificados e ricos em textos de diferentes gêneros. A adoção de práticas pedagógicas como rodas de leitura, contação de histórias e projetos literários contribui para o despertar do interesse e do prazer pela leitura, promovendo o desenvolvimento da competência leitora e escritora. Conclui-se que o incentivo à leitura nos anos iniciais é fundamental para a formação de leitores críticos e participativos, capazes de compreender e interagir com o mundo por meio da linguagem escrita.