Linguagem, compreensão e diálogo como representação do mundo: uma hermenêutica da educação

Filosofia e Educação

Endereço:
Rua Sérgio Buarque de Holanda - 421 - Cidade Universitária
Campinas / SP
13083-859
Site: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/rfe
Telefone: (19) 3521-6729
ISSN: 1984-9605
Editor Chefe: Silvio Sanchez Gamboa
Início Publicação: 07/03/2018
Periodicidade: Quadrimestral
Área de Estudo: Ciências Humanas, Área de Estudo: Educação, Área de Estudo: Filosofia

Linguagem, compreensão e diálogo como representação do mundo: uma hermenêutica da educação

Ano: 2020 | Volume: 12 | Número: 2
Autores: Lima, Miguel Junior Zacarias, Lima, Maria Belo Silva, Alves, Francione Charapa
Autor Correspondente: Lima, Miguel Junior Zacarias | [email protected]

Palavras-chave: Diálogo, Hermenêutica, Educação

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

Este artigo é fruto de uma pesquisa bibliográfica que objetiva refletir, à luz de Gadamer, sobre a relação entre linguagem, educação e hermenêutica. A compreensão é lócus primordial da ação educativa, em que o compreender se efetiva baseado na relação de intersubjetividade entre os sujeitos do diálogo, condição fundante da interpretação do queé proferido na escola. Na educação dialógica, os educandos se tornam mais conscientes de suas individualidades e historicidades, e utilizam a linguagem para compreender a si mesmos e o mundo à sua volta. Os resultados revelam que a linguagem humana é finita, e a partir dela se constrói uma constante corrente de sentido, historicamente situada e interpretada.



Resumo Inglês:

This article is the result of a bibliographic research that aims to reflect, in the light of Gadamer, on the relationship between language, education and hermeneutics. Understanding is the primary locus of educational action, in which understanding is effective based on the relationship of intersubjectivity between the subjects of the dialogue, a fundamental condition for the interpretation of what is said at school. In dialogical education, learners become more aware of their individualities and historicities, and use language to understand themselves and the world around them. The results reveal that the human language is finite, and from it a constant stream of meaning is constructed, historically situated and interpreted.