A dinâmica de “ocupação” colonizadora-espoliadora e a formação socioeconômica da Amazônia são marcadas por uma trajetória de exploração, perdas, danos, conflitos/conflitualidades e resistências. Atualmente, principalmente comunidades e povos tradicionais da região vêm sofrendo com a emergência e a materialização de novas ameaças e tensões com empresas transnacionais, latifundiários, madeireiros, grileiros, elites locais e regionais. Conflitos decorrentes do processo de territorialização por agentes econômicos ligados à logística de transporte e portuária, sobretudo, os do agronegócio, localizados no Oeste do Pará e Baixo Tocantins (Abaetetuba). Partindo desse campo de tensões e resistências, este artigo tem como objetivo identificar e analisar as ações de resistência realizadas pela Paróquia Nossa Senhora Rainha da Paz em face da territorialização portuária do agronegócio, em Abaetetuba, Pará (2016-2018).
The dynamics of the “occupation” based on colonization and spoliation, and the socioeconomic formation of Amazonia are marked by a trajectory of exploitation, losses, damages, conflicts/conflictuality and resistances. Currently, communities and traditional peoples of the amazonic region have been suffering in face of the emergence and materialization of new threats and tensions created by transnational companies, landowners, wood extraction, "grileiros", local and regional elites. The conflicts emerges from the process of territorialization by economic agents related to transportation and port logistics, especially those that suport the agribusiness, located in the West of Pará and Baixo Tocantins region (Abaetetuba). From the conflitctive atmosphere of tensions and resistances this article aims to identify and analyze the resistance actions carried out by the Nossa Senhora Rainha da Paz Parish in front of agribusiness port territorialization in Abaetetuba, Pará (2016-2018).
A dinámica de ocupación colonizadora-expoliadora y la formación socioeconómica de la Amazonia son marcadas por una historia, una trayectoria de explotación, pérdidas, daños, conflictos/conflictividades y resistencias. Actualmente, principalmente comunidades y pueblos tradicionales de la región vienen sufriendo con la emergencia y la materialización de nuevas amenazas y tensiones con las empresas transnacionales, terratenientes, madereros, usurpadores de tierras, élites locales e regionales. Conflictos derivados del proceso de territorialización por agentes económicos ligados a la logística de transporte y portuario, sobre todo, los del agro negocio, localizados en el Oeste de Pará y el Bajo Tacantins (Abaetetuba). Partiendo de ese campo de tensiones y resistencias, este artículo tiene como objetivo identificar y analizar las acciones de resistencia realizadas por la Parroquia Nuestra Señora Reina de la Paz frente a la territorialización portuaria del agro negocio, en Abaetetuba, Pará (2016-2018).