O texto a seguir teve como objetivo geral dissertar acerca da pintura guache não ocorrida na infância do Artista Plástico Ed Carlos Alves de Santana e seu posterior encontro tardio com esta técnica pictórica. O então artigo em questão valeu-se de métodos científicos para uma maior e melhor compreensão da temática abordando aspectos plástico-teóricos da história da pintura universal. A pesquisa desenvolvida em seu bojo fora bibliográfica e prática de ateliê, que por meio do exercício continuo e poético forneceu subsídios teóricos descritivos. Este estudo levou-me a concluir que nunca é tarde para se aprender algo que a vida tolheu em determinada circunstância, mesmo frente as inúmeras dificuldades, o que por sua vez promoverá uma melhor qualidade de vida com mais alegria, prazer e realização.