MONITORAMENTO BACTERIOLÓGICO DA ÁGUA DE CISTERNAS NAS ESCOLAS PÚBLICAS DA CIDADE DE ESPERANÇA/PB

Revista OWL (OWL Journal)

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ISSN: 2965-2634
Editor Chefe: Avaetê de Lunetta e Rodrigues Guerra
Início Publicação: 03/04/2023
Periodicidade: Trimestral
Área de Estudo: Multidisciplinar

MONITORAMENTO BACTERIOLÓGICO DA ÁGUA DE CISTERNAS NAS ESCOLAS PÚBLICAS DA CIDADE DE ESPERANÇA/PB

Ano: 2023 | Volume: 1 | Número: 3
Autores: Aldeni Barbosa da Silva, Josikleio da Costa SIlva, Edmilson Dantas da Silva Filho, Bianca Feliciano de Melo, Rodrigo Félix do Nascimento
Autor Correspondente: Aldeni Barbosa da Silva | [email protected]

Palavras-chave: Bactérias heterotróficas, coliformes totais, coliformes termotolerantes, Escherichia coli

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

Objetivou-se com esse trabalho, verificar a qualidade microbiológica da água de cisternas das escolas públicas da zona urbana do município de Esperança-PB. As amostras de água destinadas para as análises microbiológicas foram coletadas diretamente das cisternas em garrafas de vidro (500 ml) com boca larga, protegidas com papel laminado, previamente esterilizadas em autoclave a 121 oC, por 30 minutos, e foram encaminhadas para o Laboratório do Centro de Formação Profissional do Instituto Albano Franco em Campina Grande/PB. Os parâmetros analisados e os métodos de análises foram: coliformes totais, coliformes termotolerantes, Escherichia coli e bactérias heterotróficas. Por motivos éticos, os nomes das referidas escolas foram mantidos em sigilo, sendo as amostras coletadas nas mesmas, identificadas como amostras 1, 2, 3, 4 e 5. Observou-se que, todas as amostras apresentaram resultados positivos com relação aos coliformes totais e coliformes termotolerantes. Com relação a bactéria E. coli, apenas as amostras 3 e 4 apresentaram resultados insatisfatórios. Com relação as bactérias heterotróficas, quatro amostras apresentaram quantidade de bactérias heterotróficas, totalmente fora dos limites estabelecidos pela portaria vigente, que determina um valor de até 500 UFC mL-1, e apenas uma amostra dentro dos padrões estipulados. Conclui-se que todas as amostras estão em desacordo com as recomendações estipuladas pela Portaria do Ministério da Saúde de nº 5, de 28 de setembro de 2017, necessitando, portanto, de tratamento prévio antes de serem fornecidas para consumo humano.