MPL e MBL: a avenida paulista e o movimento antes de P e B – uma reflexão sobre a formação algorítmica

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ISSN: 2674-7375
Editor Chefe: Greciely Cristina da Costa
Início Publicação: 30/06/1998
Periodicidade: Semestral
Área de Estudo: Linguística, Letras e Artes, Área de Estudo: Linguística

MPL e MBL: a avenida paulista e o movimento antes de P e B – uma reflexão sobre a formação algorítmica

Ano: 2019 | Volume: 0 | Número: 44
Autores: Ferragut, Guilherme
Autor Correspondente: Ferragut, Guilherme | [email protected]

Palavras-chave: AAD-69, Formaçoes algoritmicas, MBL

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

Este artigo, filiado à teoria da Análise de Discurso, analisa duas imagens da ocupação da Avenida Paulista: a primeira, em 2013, pelo Movimento Passe Livre (MPL), e a segunda, em 2016, pelo Movimento Brasil Livre (MBL). Para essa análise, mobilizaremos alguns conceitos do campo da AD, como formação discursiva, memória discursiva, memória metálica, imagem, memória digital, para avançarmos teórica e analiticamente sobre aquilo que Dias (2011) nos explica ao afirmar que a cidade é modificada pelo digital. Para tal, mobilizaremos também a noção de condições de produção, trazida por Pêcheux em seu livro AAD-69, e que é essencial para pensarmos as questões aqui colocadas em jogo. Quando pensamos, hoje, em como o autor já se debruçava em interrogações que envolviam o discurso digital, acreditamos olhar para tais questões na tentativa de criar novos dispositivos de análise que auxiliem na compreensão dos avanços alcançados na área.



Resumo Inglês:

This article, affiliated with the Discourse Analysis theory, analyzes two photos of the occupation of Avenida Paulista: the first, in 2013, by the Free Pass Movement (MPL), and the second, in 2016, by the Free Brazil Movement (MBL). For this analysis, we will mobilize some concepts from the field of AD, such as discursive formation, discursive memory, metallic memory, image, digital memory, to move theoretically and analytically on what Dias (2011) explains to us by stating that the city is modified by digital. To this end, we will also mobilize the notion of conditions of production, brought by Pêcheux in his book AAD-69, which is essential for thinking about the questions posed here. When we think today about how the author was already addressing questions that involved digital discourse, we believe that looking at such questions, in an attempt to create new analytical devices that help in understanding the advances achieved in the area.