Este artigo discute a relevância da inteligência emocional como eixo estruturante para uma educação humanizada e significativa no contexto escolar contemporâneo. Analisa-se como competências emocionais — tais como autoconhecimento, autorregulação, motivação, empatia e habilidades sociais — influenciam diretamente a aprendizagem, o clima escolar, a convivência e o desenvolvimento integral dos estudantes. O texto aborda a escola como um espaço relacional, em que vínculos afetivos e segurança emocional favorecem o engajamento, a curiosidade e a construção do conhecimento, articulando também contribuições da neuropsicopedagogia ao evidenciar que cérebro, emoção e memória atuam de forma integrada no ato de aprender. Além disso, discute-se a importância da formação emocional de educadores e a necessidade de práticas pedagógicas contínuas e planejadas para o desenvolvimento socioemocional dos estudantes.