ORIGEM, TRAJETO, DISTRIBUIÇÃO E RAMIFICAÇÕES VENTRICULARES DA ARTÉRIA CORONÁRIA DIREITA DO MACACO PREGO Cebus apella

Bioscience Journal

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ISSN: 19813163
Editor Chefe: Luiz Renato Paranhos
Início Publicação: 30/11/1985
Periodicidade: Diário
Área de Estudo: Ciências Agrárias, Área de Estudo: Ciências Biológicas, Área de Estudo: Ciências da Saúde, Área de Estudo: Multidisciplinar

ORIGEM, TRAJETO, DISTRIBUIÇÃO E RAMIFICAÇÕES VENTRICULARES DA ARTÉRIA CORONÁRIA DIREITA DO MACACO PREGO Cebus apella

Ano: 2006 | Volume: 22 | Número: 2
Autores: Walter RADE, Wilson Felipe Pereira, Frederico Ozanan CARNEIRO E SILVA
Autor Correspondente: Walter RADE | [email protected]

Palavras-chave: artéria coronária direita, cebus apella, macaco prego, ramos ventriculares

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

O objetivo deste trabalho é a descrição da anatomia macroscópica da artéria coronária direita
quanto à sua origem, ramos ventriculares, trajeto e território de distribuição em 25 macacos da espécie Cebus apella
(macaco prego) por meio de injeção de neoprene látex 601 A® (Du Pont do Brasil S/A) e posterior dissecação. A
artéria coronária direita originou-se do seio coronariano direito da aorta, percorrendo o sulco coronário e dirigindose
à direita em todos os casos. Seu primeiro ramo, o infundibular, teve origem a partir de um tronco comum com o
ramo circunflexo direito em 64% dos casos, sendo que nos demais surgiu diretamente da aorta ascendente. Em 28%
das peças, proximalmente à margem aguda do coração, emitiu uma artéria que seguiu um trajeto oblíquo em relação
à face lateral do ventrículo direito e que se destinou à parede caudal desta câmara. Em 16% dos casos tal ramo
preencheu o sulco interventricular subsinuoso como artéria interventricular subsinuosa. Ao atingir este sulco a artéria
se dirigiu ao ápice, sendo que em 48% dos casos ocupou somente seu 1/3 proximal. Nos demais, atingiu a região do
ápice anastomosando-se com a artéria interventricular paraconal da artéria coronária esquerda.



Resumo Inglês:

This report is concerned with a description of the origins, ventricular branches and distribution
of the right coronary artery. Twenty-five hearts were used, taken from Cebus apella (Capuchin monkey) of varying
ages. The coronary artery was filled with an injection of neoprene látex 601 A® (Du Pont do Brasil S/A) colored by
a specific pigment through the right femoral artery. The right coronary artery emerged from de ascendent aorta at the
level of the free edge of the right semilunar cusp in all cases. In 36% of the cases, its first branch, the infundibular
branch, emerged from the right coronary aortic sinus. It entered in the sulcus coronarius as the right circumflex
artery. Then it arounded the acute margo (lateral border of the right ventricle) at which point one large branch was
observed. Proximaly to the acute edge it gave off one branch that rounded this edge and supplied the caudal wall of
right ventricle (28% of the cases). In 5 cases the right marginal vessel emerged from it. Posteriorly the right circumflex
branch remained in the sulcus coronarius for variable distances. Then it turned abruptly to run in the subsinuosal
interventricular sulcus as the subsinuosal interventricular branch. In 48% of the cases, this vessel occupied 1/3 of the
sulcus. In remain cases, it extended as far as the apex where it anastomosed with the paraconal interventricular
branch from the left coronary artery.