Este trabalho reflete sobre a trajetória do autismo no Brasil, mostrando como a forma de compreender e acolher essa condição mudou ao longo dos anos. A pesquisa, de caráter bibliográfico, valoriza a importância de uma educação inclusiva que reconheça cada criança em sua singularidade, garantindo não apenas acesso à escola, mas também respeito, oportunidades e desenvolvimento integral. Apesar dos avanços já conquistados, ainda há muitos desafios a enfrentar para que as diferenças sejam vistas como potencialidades e não como barreiras. A pesquisa mostra que a construção de uma sociedade mais justa e acolhedora passa, necessariamente, pela efetivação de uma educação inclusiva e humanizada.