OS JOGOS COMO INSTRUMENTO COMPLEMENTAR DO EDUCADOR MATEMÁTICO

Episteme Transversalis

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ISSN: 22362649
Editor Chefe: Elisa Ferreira Silva de Alcântara
Início Publicação: 01/01/2010
Periodicidade: Semestral
Área de Estudo: Ciências Biológicas, Área de Estudo: Ciências da Saúde, Área de Estudo: Ciências Exatas, Área de Estudo: Ciências Humanas, Área de Estudo: Ciências Sociais Aplicadas, Área de Estudo: Engenharias, Área de Estudo: Linguística, Letras e Artes, Área de Estudo: Multidisciplinar

OS JOGOS COMO INSTRUMENTO COMPLEMENTAR DO EDUCADOR MATEMÁTICO

Ano: 2010 | Volume: 1 | Número: 1
Autores: Daiana da Silva Leite, Maria Cristina Tavares de M. Danelon
Autor Correspondente: Daiana da Silva Leite, Maria Cristina Tavares de M. Danelon | [email protected]

Palavras-chave: jogo didático, aprendizado, educação matemática.

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

Para que o aprendizado matemático se concretize, é fundamental que o aluno tenha confiança
na sua capacidade de aprender. Este artigo tem como objetivo principal apresentar um breve
levantamento das possíveis causas da dificuldade enfrentada pelos alunos na aprendizagem
dos conceitos matemáticos, bem como contribuir com a formação docente ao subsidiar a
elaboração de uma estratégia pedagógica que facilite a construção desses conceitos pelos
discentes. O grande desafio dessa disciplina é a transição do concreto para o pensamento
abstrato. Apesar de a Matemática ser utilizada na vida de todos diariamente, sem aparente
dificuldade, quando é apresentada na escola, a realidade se mostra outra. É necessário que a
formação inicial e continuada do professor de matemática seja concebida na perspectiva do
desenvolvimento profissional. No sentido de minimizar esse problema, ressalta-se a urgência
da ação docente reflexiva que analise melhores estratégias de ensino. Após pesquisa
bibliográfica, pode-se concluir que a utilização de jogos e outras atividades lúdicas podem
servir como estratégia facilitadora do processo ensino-aprendizagem, tendendo a melhorar o
desempenho do aluno, bem como sua visão sobre o ensino/ aprendizagem da matemática.
Para tanto, a formação docente, inicial e continuada, deve estar subsidiando a práxis
educacional.