Oxum e Nossa Senhora Aparecida: africanidade brasileira, considerações de mito, gênero e religião

Cadernos de Gênero e Diversidade

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ISSN: 25256904
Editor Chefe: Felipe Bruno Martins Fernandes
Início Publicação: 31/12/2015
Periodicidade: Trimestral
Área de Estudo: Ciências Humanas, Área de Estudo: Antropologia, Área de Estudo: Sociologia, Área de Estudo: Multidisciplinar, Área de Estudo: Multidisciplinar

Oxum e Nossa Senhora Aparecida: africanidade brasileira, considerações de mito, gênero e religião

Ano: 2018 | Volume: 4 | Número: 3
Autores: L. A. F. Missiatto, H. M. Missiatto
Autor Correspondente: L. A. F. Missiatto | [email protected]

Palavras-chave: Mito, Africanidade, Religião, Gênero

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

No Brasil a cultura africana foi durante muito tempo tratada de forma pejorativa e preconceituosa. Embora erradicadas das grades curriculares das escolas, negada na mídia e nas políticas públicas, esteve sempre presente na vida dos brasileiros, seja na música, alimentação ou nas palavras do seu dia a dia. Este ensaio faz um paralelo entre os mitos sagrados de Oxum e Nossa Senhora Aparecida buscando verificar as questões de gênero e africanidade que estão envolvidos na expressão religiosa do Candomblé e Catolicismo. O ponto de partida deste estudo foi o pensamento mítico como conhecimento capaz de retratar uma cultura, sociedade e psiquê humana. Posteriormente abordamos os mitos de Oxum e Nossa Senhora Aparecida, seus sincretismos e expressões de gênero. Observou-se que as duas religiões, apesar de cultuarem a figura de mulheres negras, distinguem-se profundamente na sua relação com as mulheres afro-latinas.