Os produtos de luxo possuem um valor que ultrapassa a especificidade de sua utilidade, um valor que não está no objeto e sim na percepção que o sujeito tem deste. É pertinente, ou pelo menos curioso, a colocação da questão da notável expansão do consumo destes produtos, sobretudo em um país que apresenta os índices de desigualdade social e concentração de renda do Brasil. O objetivo do presente trabalho é tentar compreender esse consumo dentro do contexto brasileiro, e quais são os valores experimentados pelos sujeitos envolvidos.