PEQUENOS VAMPIROS: OS SANGUESSUGAS NA LITERATURA INFANTO-JUVENIL

Revista de Letras Juçara

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ISSN: 2527-1024
Editor Chefe: Emanoel Cesar Pires de Assis; Solange Santana Guimarães Morais
Início Publicação: 11/05/2017
Periodicidade: Semestral

PEQUENOS VAMPIROS: OS SANGUESSUGAS NA LITERATURA INFANTO-JUVENIL

Ano: 2019 | Volume: 3 | Número: 1
Autores: Leticia Cristina Alcântara Rodrigues
Autor Correspondente: Leticia Cristina Alcântara Rodrigues | [email protected]

Palavras-chave: Vampiro. Literatura. Infanto-juvenil

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

Quando se fala no personagem vampírico, o imaginário logo invoca Drácula, imortalizado no cinema por Bela Lugosi, que o transformou em um galante e sedutor sanguessuga. Entretanto, Drácula não é o único vampiro literário que mexe com o imaginário: Lord Ruthven, seu antecessor fez sucesso nas adaptações teatrais, assim como Carmilla. Lestat de Lioncourt influenciou uma nova geração, assim como Edward Cullen fez o monstro tornar-se herói e símbolo de amante perfeito. Mas os vampiros não são somente retratados como adultos na literatura e no cinema. Eles também aparecem em pueril idade, como Claudia, de Entrevista com o vampiro, de Anne Rice, Rüdiger, o pequeno vampiro de Angela Sommer-Bodenburg ou mesmo o Nigel Mullet, de Tim Collins. Desta forma, esse trabalho busca um paralelo sobre como o vampiro é representando em sua versão infantil, analisando como os autores evocam esse personagem mitológico e como, a partir desse personagem, evocam o universo infantil e juvenil em suas narrativas. 



Resumo Inglês:

 When  talking  about  vampires,  our  imagination  quickly  evokes  Dracula,  immortalized  in cinema by Bela Lugosi, who transformed it into a gallant, seductive bloodsucker. However, Dracula is  not  the  only  literary  vampire  that  touches  our  imagination:  Lord  Ruthven,  his  predecessor,  was successful  in  theatrical  adaptations,  as  well  as  Carmilla.  Lestat  de  Lioncourt  influenced  a  new generation, and Edward Cullen made the monster become a hero and a symbol of the perfect lover. But vampires are not only portrayed as adults in literature and in cinema. They also appear in puerile ages, such as Claudia from Anne Rice’sInterview  with  the  vampire.  Rüdiger,  Angela  Sommer-Bodenburg’s little vampire or even Tim Collins’ Nigel Mullet. Thus, this work looks for a parallel about how  the  vampire  is  represented  in  its  childish  version,  analyzing  how  the  authors  evoke  this mythological character  and how, from said character, evokethe childish and juvenile universes in their narratives.