Objetivo: descrever o perfil clínico-epidemiológico dos casos de dengue, em dois municípios do Vale do Paranhana, Rio Grande do Sul, Brasil. Método:estudo observacional, transversal, retrospectivo, de amostragem censitária. Os dados foram obtidos do Sistema de Informação de Agravos de Notificação, entre janeiro e junho de 2024, e analisados por estatística descritiva. Resultados: registraram-se 1.321 casos, sendo 52,1% do sexo feminino, 34,8% entre 19 e 39 anos e 95,4% de raça branca. A zona urbana concentrou 96,1% dos casos, com 66,5% autóctones. A maioria não foi hospitalizada (95,5%), apresentou dengue sem sinais de alarme (98,2%) e evoluiu para cura (99,8%). Os sintomas mais frequentes foram febre (90,2%), mialgia (82,1%) e cefaleia (80,1%). Conclusão: a dengue é prevalente no Vale do Paranhana, sendo necessárias estratégias de prevenção, identificação, diagnóstico e tratamento.
Objective: to describe the clinical and epidemiological profile of dengue cases in two municipalities inthe Paranhana Valley, Rio Grande do Sul, Brazil. Method: observational, cross-sectional, retrospective,census sampling study. Data was obtained from the Notifiable Diseases Information System betweenJanuary and June 2024 and analyzed using descriptive statistics. Results: 1,321 cases were recorded,52.1% of which were female, 34.8% between 19 and 39 years old, and 95.4% white. The urban areaaccounted for 96.1% of cases, with 66.5% being autochthonous. Most were not hospitalized (95.5%),presented dengue without warning signs (98.2%), and progressed to cure (99.8%). The most frequentsymptoms were fever (90.2%), myalgia (82.1%), and headache (80.1%). Conclusion: Dengue isprevalent in the Paranhana Valley, requiring strategies for prevention, identification, diagnosis, andtreatment.
Objetivo: describir el perfil clínico y epidemiológico de los casos de dengue en dos municipios del valle del Paranhana, en el estado de Rio Grande do Sul (Brasil). Método:estudio observacional, transversal, retrospectivo, con muestreo censal. Los datos se obtuvieron del Sistema de Información de Enfermedades Notificables entre enero y junio de 2024 y se analizaron mediante estadísticas descriptivas. Resultados: se registraron 1321 casos, de los cuales el 52,1% eran mujeres, el 34,8% tenían entre 19 y 39 años y el 95,4% eran de raza blanca. El 96.1% de los casos se registraron en zonas urbanas, y el 66.5% fueron autóctonos. La mayoría no requirió hospitalización (95.5%), presentó dengue sin signos de alerta (98.2%) y se recuperó (99.8%). Los síntomas más frecuentes fueron fiebre (90.2%), mialgia (82.1%) y dolor de cabeza (80.1%). Conclusión: El dengue es prevalente en el valle del Paranhana, lo que requiere estrategias de prevención, identificación, diagnóstico y tratamiento.