PERSPECTIVAS DOS PAIS OU RESPONSÁVEIS LEGAIS SOBRE A VACINAÇÃO CONTRA A COVID-19 EM CRIANÇAS MENORES DE 5 ANOS DE IDADE EM TRÊS UNIDADES DE SAÚDE DA FAMÍLIA

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ISSN: 18086136
Editor Chefe: Arthur Zanuti Franklin
Início Publicação: 30/06/2011
Periodicidade: Quadrimestral
Área de Estudo: Ciências Agrárias, Área de Estudo: Ciências Biológicas, Área de Estudo: Ciências da Saúde, Área de Estudo: Ciências Exatas, Área de Estudo: Ciências Humanas, Área de Estudo: Ciências Sociais Aplicadas, Área de Estudo: Engenharias, Área de Estudo: Linguística, Letras e Artes, Área de Estudo: Multidisciplinar

PERSPECTIVAS DOS PAIS OU RESPONSÁVEIS LEGAIS SOBRE A VACINAÇÃO CONTRA A COVID-19 EM CRIANÇAS MENORES DE 5 ANOS DE IDADE EM TRÊS UNIDADES DE SAÚDE DA FAMÍLIA

Ano: 2025 | Volume: 23 | Número: 3
Autores: Nicole Manfredini de Carvalho Brino, Nicole Manfredini de Carvalho Brino, Guilherme Ramos Campestrini, Mariane Aparecida Sanson Wayar
Autor Correspondente: Nicole Manfredini de Carvalho Brino | [email protected]

Palavras-chave: Criança, Hesitação vacinal, Vacinas contra COVID-19

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

A vacinação contra a COVID-19 tem sido fundamental no controle da pandemia, mas a hesitação vacinal persiste como um desafio significativo, especialmente entre pais e responsáveis por crianças menores de cinco anos. Este estudo teve como objetivo investigar os fatores que influenciam a decisão dos pais sobre a vacinação infantil contra a COVID-19 em três Unidades de Saúde da Família em Ponta Grossa, Paraná. A pesquisa, de caráter observacional, transversal e descritivo, utilizou um questionário fechado aplicado a 384 participantes, analisando variáveis socioeconômicas e percepções sobre a vacina. Os resultados indicaram que 52% dos entrevistados apresentaram alguma forma de hesitação vacinal, sendo os principais motivos o medo de reações adversas, a incerteza sobre efeitos a longo prazo e a percepção de que a vacina ainda se encontra em estágio experimental. Além disso, constatou-se que grande parte dos participantes obteve informações por meio de fontes digitais, muitas vezes pouco confiáveis, e que 74,3% não receberam orientações diretas dos serviços de saúde pública. A maioria, entretanto, afirmou confiar nas informações oficiais fornecidas por órgãos de saúde. Os achados deste estudo podem contribuir para o entendimento dos fatores relacionados à hesitação vacinal e subsidiar futuras ações voltadas à ampliação da cobertura vacinal infantil.