A questão de onde se falou o Proto-Tupi-Guarani (PTG) tem sido um ponto de debate considerável. Foram propostos pontos de origem no nordeste e sudoeste da Amazônia, apoiados principalmente por evidências arqueológicas e classificações linguísticas. Neste artigo, mostramos que a aplicação da teoria da migração linguística a uma classificação filogenética recente da família Tupi-Guarani favorece a hipótese de um ponto de origem nordestina na Amazônia.
The question of where Proto-Tupí-Guaraní (PTG) was spoken has been a point of considerable debate. Both northeastern and southwestern Amazonian homelands having been proposed, with evidence from both archaeology and linguistic classification playing key roles in this debate. In this paper we demonstrate that the application of linguistic migration theory to a recent phylogenetic classification of the Tupí-Guaraní family lends strong support to a northeastern Amazonian homeland.
La cuestión de dónde fue hablado el proto-tupí-guaraní (PTG) ha sido un punto de debate considerable. Se han propuesto puntos de origen en el noreste y en el suroeste amazónicos, sustentados mayormente a través de evidencia arqueológica y de clasificaciones lingüísticas. En este artículo demostramos que la aplicación de la teoría de migración lingüística a una reciente clasificación filogenética de la familia tupí-guaraní favorece la hipótesis de un punto de origen amazónico nororiental.