A crescente mobilidade estudantil não vem acompanhada de avaliação dos resultados dos respectivos programas. Motivado pela necessidade de contribuir com a superação dessa limitação metodológica, este trabalho consiste em uma proposta de avaliação de competência comunicativa intercultural de estudantes universitários. Baseado na pesquisa de Schaefer (2014), utiliza-se como suporte teórico Sinicrope, Norris e Watanabe (2007) e Byram (1997). A metodologia evidencia-se por dois modelos indiretos e dois modelos diretos. O artigo encontra-se dividido em duas seções. Espera-se que essa proposta seja utilizada por gestores e professores de instituições de ensino superior e na (re)organização de currículos e programas de mobilidade.